28 fevereiro, 2011
25 fevereiro, 2011
No começo eu realmente queria ter meu dia tão cheio que não me desse tempo para pensar em mais nada, só que já me cansei disso. E nada funcionou como eu planejei... nem minha mente me obedece mais. Tudo que aconteceu foi minha mente ficar mais cheia, mais confusa, mais raivosa do que nunca. E eu não suporto mais tantos pensamentos inúteis comigo o tempo todo. Por que ninguém me deixa em paz???
22 fevereiro, 2011
21 fevereiro, 2011
"Eu sinto falta daquilo que a gente tinha de sempre conversar, sempre ter algo pra comentar e tudo mais. Sabe, eu tentei recuperar isso, tentei mesmo; mas acabou.
E aí? Você fica esse tempo todo sem falar comigo e logo quando meus sentimentos vão pro fundo do baú, você volta. Isso não é justo...
Quando eu dizia que amava você, era verdade. Eu nem sei mais o que sinto por você; e, sinceramente, não quero descobrir/lembrar. Não faça isso comigo.
Me deixa em paz... Por favor!"
E aí? Você fica esse tempo todo sem falar comigo e logo quando meus sentimentos vão pro fundo do baú, você volta. Isso não é justo...
Quando eu dizia que amava você, era verdade. Eu nem sei mais o que sinto por você; e, sinceramente, não quero descobrir/lembrar. Não faça isso comigo.
Me deixa em paz... Por favor!"
T.
Vivo numa realidade de contos de fadas. Tenho unicórnios e várias amigas dríades. Meu cachorro fala comigo o tempo todo. Tenho uma pequena fada que se chama Lucy.
E que não tentem me dizer que sou louca, pois louco é quem se acha no direito de dizer que essas coisas não são verdadeiras sem ter nenhuma prova.
E que não tentem me dizer que sou louca, pois louco é quem se acha no direito de dizer que essas coisas não são verdadeiras sem ter nenhuma prova.
20 fevereiro, 2011
leaving you...
– Sinto tudo e não sinto nada. Ou sinto tudo e não sei o que é. Mas é como se eu não sentisse nada mesmo, e ainda assim sentisse rancor. Rancor de mim mesma.
– Mas você não deve se sentir assim. Não é sua culpa.
– Eu sei. Mas a vida inteira eu soube o que devia evitar, e mesmo assim, não evitei.
– Isso acontece. Ninguém é perfeito. Todo mundo erra.
– Mas o problema não é errar. É não resistir, é trair a mim mesma.
– Não é, não. Isso acontece com todo mundo.
– É. Mas eu devia ao menos ter acabado com isso antes.
– Bem... Quanto a isso eu não sei.
– Eu sei.
– Mas você não deve se sentir assim. Não é sua culpa.
– Eu sei. Mas a vida inteira eu soube o que devia evitar, e mesmo assim, não evitei.
– Isso acontece. Ninguém é perfeito. Todo mundo erra.
– Mas o problema não é errar. É não resistir, é trair a mim mesma.
– Não é, não. Isso acontece com todo mundo.
– É. Mas eu devia ao menos ter acabado com isso antes.
– Bem... Quanto a isso eu não sei.
– Eu sei.
16 fevereiro, 2011
12 fevereiro, 2011
11 fevereiro, 2011
08 fevereiro, 2011
Nossa, cinco anos sem você... e até hoje não consegui esquecer nenhum detalhe do pior dia da minha vida. As pessoas dizem que foi o melhor e etc e tal e coisa, mas e eu? Parece egoísta, mas eu não acho que seja justo eu te perder, nunca foi. Eu nunca senti falta de alguém assim, e talvez porque você tenha sido a primeira pessoa que foi realmente tirada de mim, talvez porque você assumisse papéis importantes demais na minha vida pra me deixar assim, de repente.
Todos diziam que tudo ia ficar bem, mas ninguém me preveniu sobre isso, ninguém disse que podia dar tudo errado, ninguém disse que eu devia dizer o quanto te amava pra que você não se fosse sem saber.
São cinco anos sem um avô, um pai, um amigo e um companheiro pra todas as horas, como só você era. Cinco anos sem alguém pra brincar comigo e me consolar quando eu chorava, cinco anos sem alguém pra me mimar.
Aí eu tive que me acostumar a chorar sozinha e construir uma armadura pra ninguém perceber o quanto eu choro internamente o tempo todo.
Cinco anos sem ti e ainda não me acostumei com a tua ausência. E acho que nunca vou.
07 fevereiro, 2011
Odeio escola. Odeio academia. Odeio Educação Física. Odeio Curso de Inglês. Odeio tarefas. Odeio o amor. Odeio o desejo. Odeio tarefas. Odeio poemas. Odeio produção de texto. Amo meu quarto. Amo filmes. Amo doces. Amo música. Amo meu cachorro. Amo meus amigos. Amo a Itália. Amo Nárnia. Amo Inglês. Amo poemas. Odeio doces. Odeio homens. Amo os homens. Pra falar a verdade, eu não ligo mais pra nada. Não amo nada. Não odeio nada. E espero que isso não dure muito tempo. (tô sentindo saudades gigantes de ti)
05 fevereiro, 2011
Eu que não fumo, queria um cigarro / Eu que não amo você / Envelheci dez anos ou mais / Nesse último mês / Senti saudade, vontade de voltar / Fazer a coisa certa / Aqui é o meu lugar / Mas sabe como é difícil encontrar / A palavra certa, / A hora certa de voltar, / A porta aberta, / A hora certa de chegar... / Eu que não fumo, queria um cigarro / Eu que não amo você / Envelheci dez anos ou mais / Nesse último mês / Eu que não bebo, pedi um conhaque / Pra enfrentar o inverno / Que entra pela porta / Que você deixou aberta ao sair / O certo é que eu dancei sem querer dançar / E agora já nem sei qual é o meu lugar / Dia e noite sem parar, corro o risco de encontrar / A palavra certa, / A hora certa de voltar, / A porta aberta, / A hora certa de chegar... / Eu que não fumo, queria um cigarro / Eu que não amo você / Envelheci dez anos ou mais / Nesse último mês... / Eu que não bebo, pedi um conhaque / Pra enfrentar o inverno / Que entra pela porta / Que você deixou aberta ao sair... / Eu que não fumo / Eu queria um cigarro / Eu que não amo você... / Eu que não fumo, pedi um cigarro / Eu que não amo você / Envelheci dez anos ou mais / Nesse último mês... / Eu que não bebo, queria um conhaque / Pra enfrentar o inverno / Que entra pela porta / Que você deixou aberta ao sair...
04 fevereiro, 2011
03 fevereiro, 2011
Sabe quando tu percebe que não vale a pena ficar pensando em todas as coisas ruim que aconteceram entre você e aquele cara que você ainda ama, mas não fala mais com ele? Quando você começa a pensar mais em tudo que aprendeu com ele e o quanto já esteve feliz, e decide esquecer completamente o quanto chorou e ainda diz a si mesma que chorou sem motivos. Talvez seja exatamente quando chegamos a esse ponto que percebemos o quanto amávamos aquele cara.
02 fevereiro, 2011
Hoje eu descobri o quanto eu sou leal aos compromissos que faço comigo mesma. Hoje seria o aniversário do meu avô, e desde o começo desse ano eu havia prometido a mim mesma que iria até o cemitério hoje e levaria flores e meu alegre "Feliz Aniversário!" à ele, e eu fiz isso, mas só depois de ficar externa e internamente muito molhada.
Não sei quanto tempo levei pra ir e voltar, porque pareceu muito. Acho que nunca pensei tanto em todos os compromissos desse tipo que fiz e já pensei em não cumprir, mas agora parecem importantes demais para deixá-los assim. Promessas como nunca contar os segredos da melhor amiga, nunca deixar alguém que ama de lado - mesmo que fulano tenha partido seu coração, nunca esquecer dos animais de estimação que já tive e sei que sempre vou amar todos, ler aquele livro da escola mesmo que seja (muito) chato, ler aquele outro livro que tanto queria ler mas tenho preguiça, não ter notas vermelhas no boletim, lembrar sempre que tudo que minha mãe faz é pelo meu bem (ou não?), nunca deixar de falar com aquele(a) velho(a) amigo(a) - mesmo que seja só uma vez por ano, etc.
Mas assim, dá pra entender por que isso tudo é tão importante e que não devo deixar de lado nunca? Porque são promessas que fiz a mim mesma, e isso parece valioso demais pra simplesmente "deixar pra lá" em um momento de fraqueza.
01 fevereiro, 2011
As vezes tu pensa que vale a pena acreditar em uma pessoa, mas no fim ela acaba te traindo. As vezes tu acha que quem você ama, também te ama; mas não é verdade. As vezes tu acha que vai se casar e ter filhos com tal pessoa, mas aí você acaba velha e beata (possivelmente com um monte de gatos fedidos que te odeiam). As vezes tu acha que um dia vai ser muito feliz, mas não acontece. As vezes tu acha que as coisas virão até você sem que faça algo para isso, mas então você descobre que tem que correr atrás de tudo que quer - a menos que queira morrer esperando.
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